Sindrome do ninho vazio: Mulheres na maturidade

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INTRODUÇÃO

         O estudo sobre o ciclo vital e suas conseqüências para a mulher é um assunto atual e importante. Tem sido um dos principais assuntos do século XX, principalmente a partir de 1950, embora o tema já fizesse parte de textos eruditos e obras literárias desde a Antiguidade.  A forma como a mulher passa pelo momento do Ninho Vazio é individual e tem a ver com fatores atuais e passados de sua vida, bem como aspectos biopsicosociais. Considera-se como Ninho Vazio, o sentimento de perda, de vazio existencial e inutilidade, que é provocado pela perda da função parental. (McCULLOUGH, 1995; HARKINS, 1978; LIU, 2007).

Esse estudo, realizado através de pesquisa sobre o tema, abordando diversas culturas e diferentes contextos sociais, tem como justificativa a criação de um contexto para a escuta dessas mulheres que trazem queixas de outra ordem. Isto é, outras dores as quais elas não conseguem verbalizar nas consultas médicas e nem no dia a dia, por conta de uma possível visão estereotipada das dificuldades que elas enfrentam. (DINIZ & COELHO, 2003; NORI, 2002)

Síndrome do Ninho Vazio : Mulheres na Maturidade

Estudos sobre o Ciclo Vital têm sido um dos principais temas de eventos científicos da atualidade, apesar de ter sido motivo de interesse desde a antiguidade, ele é constituído por diversas fases: Período de crescimento preparando-se para maturidade, período de maturidade onde os processos biológicos estão a serviço da manutenção, procriação e período de declínio com atraso do intercâmbio biológico em relação às necessidades de renovação, até a morte. (LIDZ, 1983).

No inicio do período de declínio, algumas mulheres podem passar por perdas que vão além dos processos biológicos, envolvendo a família em suas tarefas, em seu crescimento pessoal ou na função parental. Nessa fase, podem ser observados sintomas de depressão, dependência e desestruturação familiar chamada de Ninho Vazio, que é definido como sendo o sofrimento associado à perda do papel da função parental após a saída dos filhos da casa dos pais. (McCULLOUGH, 1995; HARKINS, 1978; LIU, 2007).

Cerveny (1997) pesquisou 1.105 famílias em 60 cidades paulistanas e concluiu que a saída dos filhos das casas dos pais, na cultura brasileira, não é tida como natural, freqüentemente ocorrendo brigas e casamentos prematuros e com mudanças nos papéis desempenhados pelos membros da família.               Em contra partida, Dennerstein et al (2002), pesquisando 381 mulheres australianas, com idade média de 47 anos, acompanharam durante 9 anos (1991-2000) as mudanças na qualidade de vida dessas mulheres. O estudo foi feito observando-as antes dos filhos saírem de casa, durante a saída e com o retorno deles. O resultado foi que 25% dessas mulheres apresentaram melhora na qualidade de vida e que elas eram as mesmas mulheres, que no início da pesquisa, se mostraram mais positivas quanto à saída dos filhos. Concluiu também que não havia associação entre saída dos filhos de casa, sofrimento materno, redução da qualidade de vida e surgimento de sintomas depressivos.

Erik Erickson (1998) descreve o desenvolvimento humano por períodos ou estágios básicos caracterizados por conflitos diferentes, marcados por crises emocionais, tidas como inevitáveis. Generatividade versus estagnação é a característica da crise da meia-idade. Quando a crise é resolvida, o indivíduo está pronto para enfrentar o estágio seguinte. Falhas na generatividade podem levá-lo à estagnação disfarçada por atitudes nem sempre perceptível. Assim sendo, cada período da vida adulta exigirá reorientação e reorganização do psiquismo.

Lidz (1983), Jung (1991), Erickson (1998) e Margis e Cordioli (2001) defendem a existência de uma crise pessoal na meia-idade, cujos conflitos são inevitáveis. Também, como ajuda para compreendermos o modo de se lidar com essa etapa de vida, Winnicott (1990) diz que precisamos entender que as primeiras experiências infantis são determinantes na vida do individuo e que um ambiente facilitador é fundamental para a reestruturação psíquica.

Segundo Dalgalarrondo (2008), o indivíduo deve ser compreendido em suas dimensões biológicas (natureza) e cultural, uma vez que ele traz consigo, do seu universo cultural, um conjunto de valores, símbolos, atitudes, modos de sentir e sofrer, que são as influências do conjunto de suas experiências. As mulheres mais atingidas pela Síndrome do Ninho Vazio são aquelas que não tinham uma atividade profissional fora do contexto familiar, e podem se ver estagnadas no papel materno. (Mc GOLDRCK, 1995).                                                                                 

 

Causas e Conseqüências do Ninho Vazio

Segundo Hobdy (2007), o Ninho Vazio é encarado como uma fase natural da vida, diferente da perda do emprego, para a qual a maioria não está preparada.       A forma como a mulher passa por esse momento do Ninho Vazio é individual e tem a ver com a biografia e fatores atuais de sua vida. Por isso, os tratamentos não devem ser padronizados, deve-se buscar determinantes individuais e situacionais para cada mulher. (LAI, 2002).

       A depressão pode ser uma das conseqüências da Síndrome do Ninho Vazio, uma vez que a saída de casa dos filhos, e as várias mudanças que ocorrem na vida da mulher na meia idade, podem levá-la a um estado de tristeza e desanimo. (CIORNAI, 1999).

Do ponto de vista psicopatológico, as síndromes depressivas têm como elemento marcante o humor triste e caracteriza-se por múltiplos sintomas: Sintomas afetivos – tristeza, melancolia, choro fácil e/ou freqüente, apatia (indiferença afetiva), sentimento de falta de sentimento, tédio (aborrecimento crônico), irritabilidade (a ruídos, pessoas vozes), angústia (desânimo ou ansiedade), desespero e desesperança.  Sintomas instintivos e neurovegetativos – fadiga, cansaço fácil e constante, hipobulia (desanimo, não tem energia para nada) insônia ou hipersonia, perda ou aumento do apetite, diminuição da libido, diminuição da resposta sexual (disfunção erétil, orgasmo retardado ou anorgasmia), anedonia (incapacidade de sentir prazer). Sintomas ideativos – Pessimismo, idéias de arrependimento e culpa, retorno de mágoas antigas, idéias de morte, desejo de desaparecer ou dormir para sempre, ideação plano ou atos suicidas. Sintomas cognitivos – Déficit de atenção e concentração, dificuldade de tomar decisões e déficit secundário de memória.  Sintomas relativos a autovaloração – sentimentos de baixa auto-estima, incapacidade, vergonha e autodepreciação, à vontade e a psicomotricidade. (DEL PINO, 2003; DALGALARRONDO, 2008).

No CID-10 (1993), a classificação F32 diz que a depressão é classificada em três tipos (leve, moderado e grave) e que em todos, o indivíduo apresenta humor deprimido, perda de prazer e energia reduzida, o que o leva a diminuir suas atividades, ao cansaço após esforços leves, a sintomas de atenção e concentração reduzidas, idéias de culpa e inutilidade, auto-estima e autoconfiança reduzidas, visões isoladas e pessimistas do futuro, sono perturbado, apetite diminuído, e até idéias suicidas.

Jung (1991) em seus escritos faz referências às depressões que ocorriam tanto nos homens quanto nas mulheres na meia-idade, que temem perdas, tarefas que não podem assumir e a velhice. Oliver (1977), em seus estudos, aplicando terapia em mulheres na maturidade, acredita que existe relação entre depressão e o Ninho Vazio. Porém, não se pode dizer que todas as depressões nessa fase estão associadas ao Ninho Vazio e são necessários mais estudos para esclarecer a natureza dessa associação. A autora acredita que o maior problema não é o Ninho Vazio, e sim o vazio existencial das mulheres nesse período.  Algumas mudanças podem ocorrer, simultaneamente, nessa fase, do ciclo da vida da mulher, por exemplo, a aposentadoria e a menopausa. (LOWENTHAL, 1972; VELASCO, 1990; MALACARA, 1997).

Menopausa

É caracterizada por aspectos biológicos, psicológicos e socioculturais, período em que a mulher de meia-idade precisa reestruturar-se. Sofrendo influências de transformações do sistema endócrino, psicossomático e sociocultural, a mulher passa pela fase que pode ser a mais difícil de sua vida. (DEUSTXSCH, 1960).

Segundo Appolinário (2001), até a década de 1970 alguns autores, com base em seus estudos, defendiam a idéia de uma condição psicopatológica específica da menopausa, que chamavam de Melancolia Involutiva, caracterizada por depressão, ansiedade, agitação e insônia, com freqüentes sentimentos de culpa e somatizações que poderiam atingir grandes proporções.     Nas últimas décadas, a antiga Melancolia Involutiva passou a ser chamada de Síndrome do Climatério. Quando essas mulheres buscam ajuda médica, elas chegam pedindo ajuda para suas queixas somáticas, como dores, tonturas, mal estar indefinidos, cansaço, falta de apetite e dificuldades de realizar as tarefas do dia-a-dia. (RANGÉ, 2001). Além desses fatores surge também a menopausa, trazendo mais dificuldades para este momento de vida da mulher, que mesmo com algumas divulgações realizadas atualmente, as mulheres ainda desconhecem o seu próprio corpo e sexualidade. (CIONARI, 1999; NORI, 2002; RAMOS, 1998).

Estudos realizados com mulheres, de diversas classes sociais, com idade de 35 a 55 anos, que não apresentavam problemas endócrinos, mostram que a Síndrome do Ninho Vazio está significativamente ligada à menopausa. (VELASCO, 1990). No Brasil, estudos e serviços públicos voltados para a menopausa e a maturidade da mulher, ainda são precários, contribuindo assim, para uma percepção estereotipada das dificuldades que muitas mulheres enfrentam neste período. (DINIZ & COELHO, 2003; NORI, 2002).

O Papel da psicoterapia

A finalidade da psicoterapia Cognitivo-Comportamental, no caso da Síndrome do Ninho Vazio, é avaliar a dor emocional e outros sintomas associados a esse momento da vida da mulher e dar um foco para os diferentes sintomas que ela apresenta, ou seja, abrir espaço para que ela possa, através da identificação das interpretações errôneas, comportamento auto-derrrotista e atitudes disfuncionais cognitivas e comportamentais possa dar um novo significado a sua vida. (Beck, 1999).

O fenômeno psicológico seja qual for a sua conceituação, aparece descolado da realidade na qual o individuo se insere e, mais ainda deslocado do próprio individuo que o abriga.  Esta é a noção: algo que se abriga em nosso corpo, do qual não temos muito controle, visto como algo que em determinados momentos de crise nos domina sem que tenhamos qualquer possibilidade de controlá-lo; algo que inclui “segredos” que nem mesmo nós sabemos; algo enclausurado em nós que é ou contém um “verdadeiro eu” (BOCK; GONÇALVES; FURTADO 2001 p.21).

Segundo Beck, Aaron T., et al (1999) a psicoterapia Cognitivo-Comportamental poderá ser muito benéfica. As pesquisas demonstram que os tratamentos através da farmacologia são eficientes, porém existe uma maior prevalência de recaídas, enquanto que através da psicoterapia cognitivo-comportamental pode aprender e a partir desta experiência terapêutica ficar mais preparado para enfrentar possíveis recaídas e até prevenir depressões subseqüentes.

A terapia Cognitiva baseia-se no modelo cognitivo que levanta a hipótese de que as emoções e comportamentos das pessoas são influenciados pelo modo como elas interpretam os eventos, o modo como as pessoas se sentem está associado ao modo como elas interpretam e pensam sobre a situação. O modo como elas interpretam e pensam sobre as situações são chamados de crenças centrais e podem ser categorizadas na esfera do desamparo, do não ser amado ou em ambas, elas são apreendidas na infância a medida que a criança  interage com pessoas para ela significativas e que encontrem situações que confirmem estas idéias. As maiorias das pessoas podem manter crenças centrais relativamente positivas, sobre si mesma, como por exemplo: ”eu sou amável”; “eu sou digno” porém, durante momentos de aflição psicológica podem vir à tona crenças centrais negativas.  Essas crenças centrais negativas são para as pacientes verdades, que por elas não são percebidas conscientemente. Por outro, lado as crenças centrais influenciam o desenvolvimento de crenças intermediárias que consistem em atitudes e regras, freqüentemente não articuladas, até que o terapeuta, através de perguntas sobre o sentido dos pensamentos possa levá-las a conscientizar-se, ou seja, perceber as distorções (Beck, 1997).

CONCLUSÃO

Concluiu-se que a forma pela qual a mulher passa pelo momento do Ninho Vazio é individual e tem a ver com fatores atuais e passados da vida dela.

A Síndrome do Ninho Vazio pode ser um gatilho para que algumas mulheres apresentem depressão, porém não podemos dizer que todas as depressões, nas mulheres, na maturidade, sejam por causa do Ninho Vazio. Além disso, nesse momento do ciclo vital, as mulheres podem se deparar com outras mudanças, ou seja, além dos filhos saírem de casa, a chegada da menopausa, aposentadoria ou perda do emprego, dentre outras, que podem agravar sentimentos de depressão e baixa autoestima. Observamos que em alguns casos existe melhora na qualidade de vida e em outros, surgem quadros depressivos, justificando a necessidade de ressignificação de vida.

Os tratamentos farmacológicos têm se mostrado eficientes, porém pesquisas mostram maior incidência de recaídas nesse tipo de tratamento do que no tratamento através da psicoterapia cognitivo-comportamental, onde a mulher aprende, com sua experiência e vivência terapêutica, a enfrentar ou prevenir depressões subseqüentes. Isto se torna um rico campo de atuação para o psicólogo. Portanto, ainda que os achados sejam inconclusivos, inconsistentes e ambíguos, ressaltamos a necessidade de novas pesquisas sobre o assunto, incluindo aspectos da mudança cultural e a importância da escuta psicológica para a saúde da mulher de meia-idade.

REFERÊNCIAS

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Origem:
Trabalho de conclusão do curso de psicologia da UNESA
autoras:
Maria da Conceição Vasconcelos Gioia e Silvia Araujo
 

  

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2 comentários

  1. Muito boa a matéria !Aos 51 anos ,estou passando por estas duas fases ! realmente não é fácil, mão nos preparamos para está fase! O que mais abala é o sentimento de inutilidade, mesmo estando trabalhamdo!

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